02/08/2010
Hemostasia
A avaliação da hemostasia é importante para todos os animais que apresentem os seguintes problemas: sintomatologia ou suspeita clínica de injúria vascular; hemorragias agudas ou crônicas: distúrbios hepáticos; neoplásicos; pancreatite: intoxicações por rodenticidas; choque séptico; doenças endócrinas; incompatibilidade em transfusões sanguíneas; algumas doenças infecciosas. Animais em tratamento para o controle da coagulação, entre outros, também devem ser avaliados.
Vale lembrar que a avaliação é imprescindível como exame pré-operatório. Para um procedimento correto deve-se realizar um estudo de sua função primária (plaquetas), secundária (coagulação) e de fibrinólise (fatores fibrinolíticos).
A) Para avaliação primária, a contagem plaquetária é fundamental.
B) Para a avaliação secundária, os exames são divididos em relação aos fatores intrínsecos, extrínsecos e comuns da cascata de coagulação:
1- TTPA – Avaliação ligada aos fatores intrínsecos da cascata;
2- TP – Avaliação dos fatores extrínsecos e comuns da cascata;
3- TT – Avaliação dos fatores extrínsecos, relacionada à concentração do fibrinogênio funcional para formação do coágulo.
C) Para avaliação da fibrinólise podem ser analisados:
1- Fibrinogênio – Produto essencial para a formação da fibrina e, por consequência, o coágulo. Também conhecido como proteínas da fase aguda;
2- PDF (Produto de degradação da fibrina) – Primordial para degradação da fibrina e dissolução do coágulo;
3- Dímero – D – Produto de degradação da fibrina pela plasmina.
O cálcio e a vitamina K também devem ser avaliados porque são componentes que fazem parte da cascata de coagulação.
A amostra deve ser coletada em frasco de tampa AZUL (Citrato de Sódio) e, após a homogenização, o plasma deve ser rapidamente separado (no máximo em 20 minutos) e congelado, caso a amostra não seja enviada prontamente ao laboratório.
O Provet disponibiliza estes exames em suas unidades. Para maiores informações, por favor, entre em contato.
fonte: Provet