Microchip


É um método moderno de identificação eletrônica de animais. É simples, rápido, eficaz, permanente e praticamente indolor. Consiste na aplicação de uma injeção embaixo da pele. Dentre as várias vantagens, a maior é a possibilidade de identificar, de maneira inviolável, os animais através de uma seqüência numérica única no mundo. Este número é cadastrado em um banco de dados online e contém as informações tanto do respectivo animal como do proprietário.

Isso significa que, uma vez cadastrado no banco de dados, o animal pode ser localizado em qualquer lugar. Se for extraviado, a pessoa que o encontra pode ter acesso aos dados do proprietário, permitindo a devolução do animal.

Em termos legais, a microchipagem já é obrigatória na cidade de São Paulo e também em grande parte dos países do mundo, principalmente quando o animal viaja.



O funcionamento é simples. O microchip, cuja definição correta é “transponder”, contém um microcircuito integrado, constituído de um código de identificação exclusivo e inalterável, além de um capacitor e antena. Por não possuir bateria, ele permanece inativo, sendo acionado ao receber um sinal enviado pelo aparelho leitor, que então recebe no visor o número exclusivo.

O Provet, pioneiro em diagnósticos e especialidades veterinárias no Brasil e tradicionalmente preocupado com a qualidade dos seus produtos e serviços, recomenda a utilização do transponder esterilizado, de 134,2 KHz, de 12mm x 2mm, com cápsula biocompatível e antimigratória.
Assim o transponder permanece onde foi implantado, sem qualquer tipo de reação local ou sistêmica por parte do animal. Esse procedimento, exclusivo do médico veterinário, segue os princípios da administração subcutânea de qualquer medicamento.

Em nosso instituto, utilizamos somente transponders embalados individualmente, contendo cartão de identificação, aplicador e agulha esterilizada. O proprietário recebe um certificado de microchipagem no momento da implantação. Nossos transponders e leitoras ISO 11784 e ISO 11785 atendem às normas internacionais que regulamentam e determinam o tipo de microchip.

Também respeitamos as normas internacionais, adotadas aqui no Brasil, quanto ao local da aplicação do transponder, ou seja, no subcutâneo do dorso, entre as escápulas.