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Inseminação Artificial:
A inseminação artificial é utilizada nos casos em que não é possível a realização do acasalamento natural. Muitas vezes a fêmea não aceita o macho ou vice versa. Existem também diferenças de peso e tamanho que podem dificultar o acasalamento. A inseminação pode ser utilizada também como manejo reprodutivo diminuindo assim as chances de traumatismo e favorecendo o controle de doenças sexualmente transmissíveis.
Além da inseminação em si, o procedimento inclui análise da qualidade do sêmen do macho, análise do momento ideal de inseminar a fêmea, com a utilização de técnicas como citologia vaginal, dosagem de progesterona e vaginoscopia.
A inseminação artificial pode ser realizada com sêmen puro, resfriado ou congelado.
Os resultados são ao redor de 85 a 90% de gestação positiva com a utilização do sêmen puro, 70 a 80% com o sêmen resfriado e ao redor de 60% com o sêmen congelado.
Banco de sêmen:
O banco de sêmen serve para que os espermatozóides (material genético) de um reprodutor sejam armazenados e posteriormente utilizados.
Para o processo de congelamento do sêmen é necessário que sejam feitos exames prévios de sorologia para: brucelose, herpesvirose e leptospirose, pois estas doenças são transmissíveis pelo sêmen. Outro exame necessário é o perfil de DNA, onde o animal terá uma identidade genética confirmada.
Também faz parte do procedimento a análise completa do sêmen antes e depois do congelamento para que o proprietário possa se certificar da qualidade dos espermatozóides de seu animal durante o processo.
Diagnóstico de infertilidade em machos e fêmeas:
O diagnóstico das alterações do sistema reprodutivo, tanto em machos como em fêmeas é imprescindível para que haja uma resposta do por que estes cães não conseguem se reproduzir. Vários fatores podem ocorrer, tais como, erros de manejo ou alterações compatíveis com o tratamento.
A investigação no caso das fêmeas compreende a análise do histórico clínico reprodutivo, a utilização de exames como: citologia vaginal, vaginoscopia, dosagens hormonais, ultrassonografia ou exames complementares.
No caso dos machos, compreende também a análise do histórico clínico reprodutivo, bem como espermiograma, cultura e antibiograma de líquido prostático, ultrassonografia, dosagens hormonais e exames complementares.